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Música do Parnasso

Música do Parnasso

  • Genres: 
    Single author
  • Languages: 
    Multilingual
  • Provider: Librivox
  • Price: $0.00
  • Rating: 
Música do Parnasso, de Manuel Botelho de Oliveira, é considerado o primeiro livro de um autor brasileiro a ser impresso. Composto em quatro idiomas -- português (0-103), espanhol (104-174), italiano (175-187), latim (188-195) -- a obra é uma demonstração, como diz o autor, de que "pode uma só Musa cantar com diver­sas vozes" e de que mesmo nas terras do Novo Mundo as musas haviam encontrado lar. Esta gravação foi realizada por três voluntários, mostrando que ainda hoje pode a poesia cantar com muitas vozes, de diversas partes do mundo, harmonicamente. (Resumo escrito por Leni)

Chapters

  • 01
    Dedicatória e Prólogo ao Leitor
    --:--
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  • 02
    Anarda Invocada
    --:--
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  • 03
    Persuade a Anarda que ame
    --:--
    --:--
  • 04
    Ponderação das lágrimas de Anarda
    --:--
    --:--
  • 05
    Sol, e Anarda
    --:--
    --:--
  • 06
    Mostra-se que a fermosura esquiva não pode ser amada
    --:--
    --:--
  • 07
    Iras de Anarda castigadas
    --:--
    --:--
  • 08
    Vendo a Anarda depõe o sentimento
    --:--
    --:--
  • 09
    Cega duas vezes, vendo a Anarda
    --:--
    --:--
  • 10
    Rigores de Anarda na ocasião de um temporal
    --:--
    --:--
  • 11
    Ponderação do rosto, e olhos de Anarda
    --:--
    --:--
  • 12
    Não podendo ver a Anarda pelo estorvo de uma planta
    --:--
    --:--
  • 13
    Ponderação do Tejo com Anarda
    --:--
    --:--
  • 14
    Ao sono
    --:--
    --:--
  • 15
    Anel de Anarda ponderado
    --:--
    --:--
  • 16
    Anarda esculpida no coração lagrimoso
    --:--
    --:--
  • 17
    Anarda temerosa de um raio
    --:--
    --:--
  • 18
    Efeitos contrários do rigor de Anarda
    --:--
    --:--
  • 19
    Esperança sem logro
    --:--
    --:--
  • 20
    Encarece a fineza do seu tormento
    --:--
    --:--
  • 21
    Rosa, e Anarda
    --:--
    --:--
  • 22
    Navegação amorosa
    --:--
    --:--
  • 23
    Pesca amorosa
    --:--
    --:--
  • 24
    Naufrágio amoroso
    --:--
    --:--
  • 25
    Efeitos contrários de Anarda
    --:--
    --:--
  • 26
    Ponderação do rosto, e sobrancelhas de Anarda
    --:--
    --:--
  • 27
    Encarecimento dos rigores de Anarda
    --:--
    --:--
  • 28
    Ver, e amar
    --:--
    --:--
  • 29
    Cabelo preso de Anarda
    --:--
    --:--
  • 30
    Ao véu de Anarda
    --:--
    --:--
  • 31
    Ao mesmo
    --:--
    --:--
  • 32
    Desdém e fermosura
    --:--
    --:--
  • 33
    Anarda escrevendo
    --:--
    --:--
  • 34
    Não pode o amor prender a Anarda
    --:--
    --:--
  • 35
    Sepulcro amoroso
    --:--
    --:--
  • 36
    Amante preso
    --:--
    --:--
  • 37
    Suspiros
    --:--
    --:--
  • 38
    Rosas de listões no cabelo de Anarda
    --:--
    --:--
  • 39
    Doutoramento amoroso
    --:--
    --:--
  • 40
    Conveniências do rosto, e peito de Anarda
    --:--
    --:--
  • 41
    Anarda vendo-se a um espelho
    --:--
    --:--
  • 42
    Anarda jogando a espadilha
    --:--
    --:--
  • 43
    Teme que seu amor não possa encobrir-se
    --:--
    --:--
  • 44
    A um Cupido de ouro, que trazia preso Anarda nos cabelos
    --:--
    --:--
  • 45
    Lacre atrevido a uma mão de Anarda
    --:--
    --:--
  • 46
    Exemplos com que se considera amante de Anarda
    --:--
    --:--
  • 47
    Sono pouco permanente
    --:--
    --:--
  • 48
    Comparações no rigor de Anarda
    --:--
    --:--
  • 49
    Rosto de Anarda
    --:--
    --:--
  • 50
    Cravo na boca de Anarda
    --:--
    --:--
  • 51
    Rosa na mão de Anarda envergonhada
    --:--
    --:--
  • 52
    Comparação do rosto de Medusa com o de Anarda
    --:--
    --:--
  • 53
    Comparação dos gigantes com os pensamentos amorosos
    --:--
    --:--
  • 54
    Eco de Anarda
    --:--
    --:--
  • 55
    Anarda ameaçando-lhe a morte
    --:--
    --:--
  • 56
    Que há de ser o amor um só
    --:--
    --:--
  • 57
    Que o amor há de ser descoberto
    --:--
    --:--
  • 58
    Anarda passando o Tejo em uma barca
    --:--
    --:--
  • 59
    Anarda doente
    --:--
    --:--
  • 60
    Anarda sangrada
    --:--
    --:--
  • 61
    Anarda chorando
    --:--
    --:--
  • 62
    Anarda colhendo neve
    --:--
    --:--
  • 63
    Anarda cingindo uma espada
    --:--
    --:--
  • 64
    Anarda vista de noite
    --:--
    --:--
  • 65
    Anarda saindo fora
    --:--
    --:--
  • 66
    À morte felicíssima de um javali pelo tiro que nele fez uma infanta de Portugal
    --:--
    --:--
  • 67
    A um grande sujeito invejado, e aplaudido
    --:--
    --:--
  • 68
    A Frei José religioso descalço, pregando na festa de São José
    --:--
    --:--
  • 69
    A Afonso Furtado Rios e Mendonça saindo do porto de Lisboa a governar o Estado do Brasil em ocasião tempestuosa, havendo depois bonança nos mares
    --:--
    --:--
  • 70
    Ao mesmo senhor entrando no porto da Bahia na mesma ocasião tempestuosa, havendo antes bonança nos mares
    --:--
    --:--
  • 71
    À morte do Desembargador Jerônimo de Sá e Cunha
    --:--
    --:--
  • 72
    Ao astrolábio inventado, e fabricado pelo engenho do Reverendo Padre Mestre Jacobo Estancel religioso da Companhia
    --:--
    --:--
  • 73
    Ao general João Correa de Sá vindo da Índia
    --:--
    --:--
  • 74
    À vida solitária
    --:--
    --:--
  • 75
    Ao cravo
    --:--
    --:--
  • 76
    À açucena
    --:--
    --:--
  • 77
    Contra os julgadores
    --:--
    --:--
  • 78
    A um clarim tocado no silêncio da noite
    --:--
    --:--
  • 79
    À morte do reverendo padre Antonio Vieira
    --:--
    --:--
  • 80
    À morte de Bernardo Vieira Ravasco secretário do Estado do Brasil
    --:--
    --:--
  • 81
    Ponderação da morte do padre Antonio Vieira, e seu irmão Bernardo Vieira ao mesmo tempo sucedidas
    --:--
    --:--
  • 82
    A um ilustre edifício de colunas e arcos
    --:--
    --:--
  • 83
    A Dom João de Lencastro na ocasião do incêndio do Mosteiro e Igreja de São Bento em Lisboa, fazendo-se menção de se livrar do naufrágio da Barra da Bahia
    --:--
    --:--
  • 84
    Ao mesmo senhor, trazendo a imagem de Nossa Senhora da Graça desde o seu templo até o Mosteiro de São Bento sem a largar de seus ombros
    --:--
    --:--
  • 85
    Ao mesmo senhor, mandando a seu filho Dom Rodrigo de Lancastro para a Índia
    --:--
    --:--
  • 86
    Ao nascimento do príncipe nosso Senhor
    --:--
    --:--
  • 87
    À morte da Senhora Rainha Dona Maria Sofia Isabel, aliviada com a vida dos senhores príncipes e infantes
    --:--
    --:--
  • 88
    Panegírico ao excelentíssimo senhor Marquês de Marialva, Conde de Cantanhede, no tempo que governava as armas de Portugal
    --:--
    --:--
  • 89
    À rosa
    --:--
    --:--
  • 90
    À morte da senhora rainha de Portugal Dona Maria Sofia Isabel
    --:--
    --:--
  • 91
    A Luís de Sousa Freire, entrando de Capitão de Infantaria nesta praça no tempo em que era governador do Estado do Brasil Alexandre de Sousa Freire
    --:--
    --:--
  • 92
    Descrição do inverno
    --:--
    --:--
  • 93
    Descrição da primavera
    --:--
    --:--
  • 94
    Ao ouro
    --:--
    --:--
  • 95
    Saudades de um esposo amante pela perda de sua amada esposa
    --:--
    --:--
  • 96
    À ilha de maré, termo desta Cidade da Bahia
    --:--
    --:--
  • 97
    Ao governador Antonio Luis Gonçalves da Camera Coutinho em agradecimento da carta que escreveu a Sua Majestade pela falta da moeda do Brasil
    --:--
    --:--
  • 98
    A uma dama, que tropeçando de noite em uma ladeira perdeu uma memória do dedo
    --:--
    --:--
  • 99
    Pintura de uma dama conserveira
    --:--
    --:--
  • 100
    Pintura dos olhos de uma dama
    --:--
    --:--
  • 101
    Pintura de uma dama namorada de um letrado
    --:--
    --:--
  • 102
    À fonte das lágrimas, que está na cidade de Coimbra
    --:--
    --:--
  • 103
    Proêmio
    --:--
    --:--
  • 104
    Encarecimento da fermosura de Anarda
    --:--
    --:--
  • 105
    Diferentes efeitos de um peito amante e rosto amado
    --:--
    --:--
  • 106
    Não pode amar outra dama
    --:--
    --:--
  • 107
    Encarecimento do rigor de Anarda
    --:--
    --:--
  • 108
    Que o amor há de ser pouco favorecido
    --:--
    --:--
  • 109
    Estudo amoroso
    --:--
    --:--
  • 110
    Que seu amor se vê perdido nos olhos e coração de Anarda
    --:--
    --:--
  • 111
    Que não floresce o amor com o logro
    --:--
    --:--
  • 112
    Que a fermosura não há de ser amante para ser amada
    --:--
    --:--
  • 113
    Que não pode o amor abrasar a Anarda
    --:--
    --:--
  • 114
    Que até quando dorme não deixa de chorar
    --:--
    --:--
  • 115
    Lágrimas de Anarda por ocasião de seus desdéns
    --:--
    --:--
  • 116
    Verifica algumas fábulas em seu amor
    --:--
    --:--
  • 117
    Amor namorado de Anarda
    --:--
    --:--
  • 118
    Solicita a Anarda para um campo
    --:--
    --:--
  • 119
    Anarda fingindo ciúmes
    --:--
    --:--
  • 120
    Desengano da fermosura de Anarda
    --:--
    --:--
  • 121
    Anarda negando certo favor
    --:--
    --:--
  • 122
    Anarda vista e amada
    --:--
    --:--
  • 123
    Amante secreto
    --:--
    --:--
  • 124
    Música e cruel
    --:--
    --:--
  • 125
    Amor declarado pelos olhos
    --:--
    --:--
  • 126
    Anarda borrifando outras damas com águas cheirosas
    --:--
    --:--
  • 127
    Rigor e fermosura
    --:--
    --:--
  • 128
    Amor medroso
    --:--
    --:--
  • 129
    Etna amoroso
    --:--
    --:--
  • 130
    Ais repetidos
    --:--
    --:--
  • 131
    Doença amorosa
    --:--
    --:--
  • 132
    Jardim amoroso
    --:--
    --:--
  • 133
    Guerra amorosa
    --:--
    --:--
  • 134
    Anarda vestida de azul
    --:--
    --:--
  • 135
    Retrato amoroso
    --:--
    --:--
  • 136
    Anarda cruel e fermosa
    --:--
    --:--
  • 137
    Corais de Anarda
    --:--
    --:--
  • 138
    Anel de ouro de Anarda
    --:--
    --:--
  • 139
    Sono invocado
    --:--
    --:--
  • 140
    Céu no rosto de Anarda considerado
    --:--
    --:--
  • 141
    Mote e glosa
    --:--
    --:--
  • 142
    Rigores de Anarda repreenddas com semelhanças próprias
    --:--
    --:--
  • 143
    Boca de Anarda
    --:--
    --:--
  • 144
    Anarda banhando-se
    --:--
    --:--
  • 145
    Anarda colhendo flores
    --:--
    --:--
  • 146
    Anarda discreta e fermosa
    --:--
    --:--
  • 147
    Anarda penteando-se
    --:--
    --:--
  • 148
    Anarda fugindo
    --:--
    --:--
  • 149
    Pensamento altivo em o amor de Anarda
    --:--
    --:--
  • 150
    Anarda saindo a um jardim
    --:--
    --:--
  • 151
    Anarda cantando à viola
    --:--
    --:--
  • 152
    Anarda ferindo lume
    --:--
    --:--
  • 153
    Morre queixoso
    --:--
    --:--
  • 154
    Morte celebrada em endechas amorosas
    --:--
    --:--
  • 155
    À morte da senhora rainha Dona Maria Sofia Isabel comparada com eclipse do sol
    --:--
    --:--
  • 156
    A um jasmim
    --:--
    --:--
  • 157
    Adônis convertido em flor
    --:--
    --:--
  • 158
    Narciso convertido em flor
    --:--
    --:--
  • 159
    A sepultura de uma fermosissima dama
    --:--
    --:--
  • 160
    Descrição da manhã
    --:--
    --:--
  • 161
    Descrição do ocaso
    --:--
    --:--
  • 162
    Caçadora esquiva
    --:--
    --:--
  • 163
    Amante desfavorecido
    --:--
    --:--
  • 164
    Moral queixa
    --:--
    --:--
  • 165
    Despedida amorosa
    --:--
    --:--
  • 166
    A um rouxinol
    --:--
    --:--
  • 167
    Ao amor
    --:--
    --:--
  • 168
    Ao excelentíssimo senhor Marquês de Marialva, dando-lhe os parabéns à vitória de Montes Claros
    --:--
    --:--
  • 169
    A Dom João de Lancastro, dando-lhe as graças a Cidade da Bahia por trazer a ordem de Sua Majestade para a Casa da Moeda, que de antes tinha prometido
    --:--
    --:--
  • 170
    Ao senhor Dom Rodrigo da Costa, vindo governar o Estado do Brasil
    --:--
    --:--
  • 171
    Anarda querida na ocasião de suas lágrimas
    --:--
    --:--
  • 172
    Atrevimento e lágrimas
    --:--
    --:--
  • 173
    Leandro morto nas águas
    --:--
    --:--
  • 174
    Endimião amado da Lua
    --:--
    --:--
  • 175
    A Dom Francisco de Sousa, Capitão da Guarda de Sua Majestade no tempo em que o chamou para a corte
    --:--
    --:--
  • 176
    A Dom Luís de Sousa, Doutor em Teologia, aludindo às luas de suas armas
    --:--
    --:--
  • 177
    Impossibilita-se a vista de Anarda
    --:--
    --:--
  • 178
    Jasmim morto e ressuscitado na mão de Anarda
    --:--
    --:--
  • 179
    Compara-se Anarda com a pedra
    --:--
    --:--
  • 180
    Sol com Anarda
    --:--
    --:--
  • 181
    Ponderação do Ícaro, morto com seu amor
    --:--
    --:--
  • 182
    Anarda repreendida por querer merecimentos no amante
    --:--
    --:--
  • 183
    Descreve-se o leão
    --:--
    --:--
  • 184
    Adônis morto em os braços de Vênus
    --:--
    --:--
  • 185
    Daphne convertida em árvore
    --:--
    --:--
  • 186
    Argos em guarda de Io
    --:--
    --:--
  • 187
    Actéon vendo a Diana
    --:--
    --:--
  • 188
    À morte da senhora rainha Dona Maria Sofia Isabel
    --:--
    --:--
  • 189
    Tagi et Mondae pro obitu DD. Antonii Telles de Sylva colloquium elegiacum
    --:--
    --:--
  • 190
    --:--
    --:--
  • 191
    --:--
    --:--
  • 192
    --:--
    --:--
  • 193
    --:--
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  • 194
    --:--
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  • 195
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  • 196
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